Vivo um dia após o outro, com as limitações e as diversidades da AR.

Um belo Dia me vi com uma Rigidez matinal e dificuldade de me segurar no ônibus

Me chamo Andréa Luce, 43 anos e há 13 anos fui diagnosticada com Artrite Reumatoide. Um belo dia me vi com uma rigidez matinal, a ter dificuldade de me segurar no ônibus, e a não aguentar pegar o material cirúrgico.
Achei que era tudo menos AR até porque nunca ouvi falar.
O corpo começou a ficar pior, com as articulações quentes, e as dores já não passavam mais. Fui a uma clínica no HUPE, nos testes físicos, não conseguia fechar a bola de fisioterapia, fui encaminhada ao Reumato.
Minha primeira consulta foi péssima, via pacientes chegarem de cadeira de rodas, bengalas e inchadas, me encolhi no banco e comecei a chorar e a me perguntar: o que estou fazendo aqui? Dr Evandro fechou meu diagnóstico com AR, comecei a buscar informações e a cada pesquisa morria um pouco. Vieram à negação, o não tratamento correto, as dores, a depressão e a incapacidade para trabalhar. Tive uma grande internação, quase morri, pulsoterapia e sequelas; pulmão fibrocístico e a retenção urinária. Comecei o biológico com o Embrel sem sucesso em seguida fui pesquisar para o Actemra no HUGG. Hoje não tomo mais biológicos, nem ansiolíticos, só remédio para pressão arterial, mtx e corticoide em dose baixa.
Minha filosofia de vida hoje é: vivo um dia após o outro, com as limitações e as diversidades da AR.

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